A oportunidade que muitos
contadores ignoram em 2026

A reforma tributária domina as discussões, mas o endividamento bancário das empresas revela uma oportunidade ainda pouco explorada pelos contadores.

 

Em 2026, todos os contadores estão de olho na reforma tributária. E faz sentido: ela muda a forma de apurar tributos, exige atualização constante e abre um leque de oportunidades de atuação consultiva.

Mas existe outro desafio recebendo menos atenção do que deveria: as dívidas bancárias das empresas.

 

O endividamento bancário cresce em silêncio

Enquanto a discussão gira em torno das mudanças tributárias, a inadimplência empresarial segue batendo recorde. Em maio de 2026, o Brasil ultrapassou a marca de 9 milhões de CNPJs inadimplentes, com uma dívida acumulada de R$ 229,9 bilhões (dado Serasa Experian).

E esse problema raramente começa no dia em que o empresário deixa de pagar um empréstimo. Começa antes: quando o capital de giro vira uma dívida permanente, o cheque especial deixa de ser exceção, ou um empréstimo passa a existir só para pagar outro.

Quem normalmente percebe isso primeiro é o contador. É ele quem acompanha o fluxo de caixa, os balanços, o aumento das despesas financeiras e a deterioração dos números. Ele vê os empréstimos aumentando, a margem caindo, o uso constante de capital de giro e a dificuldade para fechar o caixa. E isso muitas vezes antes de qualquer outra pessoa, incluindo o próprio empresário.

 

Por que essa oportunidade costuma passar despercebida

É comum ver contadores ocupados demais trabalhando para pensarem em formas de ganhar mais dinheiro. E isso não é uma crítica, é reconhecer o esforço real que existe para entregar um bom trabalho. A rotina de declarações, obrigações, fechamentos, atendimento a clientes e incêndios para apagar deixa pouco espaço no fim do mês para pensar estrategicamente.

E talvez seja por isso que tantos escritórios de contabilidade acabem competindo por preço: quando o cliente enxerga apenas a execução, ele passa a comparar apenas a execução.

Enquanto isso, oportunidades de atuação consultiva, novos serviços, parcerias e formas de aumentar o faturamento ficam para “quando sobrar tempo”: tempo que quase nunca sobra. E, com isso, muitos contadores deixam de perceber oportunidades que já existem dentro da própria base de clientes. Uma delas está exatamente nas dívidas bancárias.

 

 

Uma oportunidade para o contador, e para seus clientes

Muitos empresários tomam crédito no CNPJ ou até mesmo no CPF para manter a empresa funcionando. Atuando exclusivamente com Direito Bancário, com mais de 1.300 clientes em 16 estados, o que observamos é que esse endividamento tem crescido cada vez mais. E uma coisa é certa: identificar o problema cedo, com apoio de uma atuação jurídica especializada, costuma ser a diferença entre uma empresa saudável e uma empresa em crise.

O contador não precisa assistir a essa deterioração de longe. É possível atuar em parceria com um profissional especializado em Direito Bancário para ajudar o cliente a reorganizar as dívidas, buscar melhores condições, alcançar descontos e proteger a continuidade da empresa.

Assim como a reforma tributária é uma chance de entregar mais valor ao cliente, o endividamento bancário também é.

 

O ano de olhar para a saúde financeira das empresas

Talvez 2026 não seja só o ano da reforma tributária. Talvez seja também o ano de olhar com mais atenção para a saúde financeira das empresas e construir parcerias que ajudem os clientes num momento tão delicado.

A oportunidade, muitas vezes, já está dentro do escritório de contabilidade. É preciso apenas enxergá-la e abraçá-la.

 

O Teles e Stanquevicz Advogados atua exclusivamente com Direito Bancário, acompanhando mais de 1.300 clientes em 16 estados. Se você é contador e quer entender como identificar e encaminhar casos de endividamento bancário dos seus clientes, fale com a nossa equipe.

Justiça contra o sistema.

CNPJ: 48.463.900/0001-00

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